segunda-feira, 5 de julho de 2010

Morfologia

Nomes: Ismael , Cristian e Felipe


Morfologia da Folha

Uma folha completa é constituída de limbo (ou lâmina), pecíolo, bainha e estípulas. Qualquer uma destas partes podem faltar, sendo que é raro a ausência do limbo.
O limbo corresponde a porção achatada e ampla, responsável pela fotossíntese. Ele pode ser simples ou dividido em várias partes, toda com aspecto de pequenas folhas, os folíolos, quando se fala em folha composta.

As folhas de dicotiledôneas geralmente são pecioladas, isto é, o limbo prende-se ao ramo do caule através de um pecíolo. As monocotiledôneas são invaginates, pois prendem-se por meio de uma bainha.
Folhas que não possuem nem pecíolo e nem bainha são de rara ocorrência. Nelas o limbo fixa-se diretamente no caule, sendo que a folha é chamada séssil. Um exemplo de folha séssil é a do fumo.

As folhas de dicotoledôneas diferem das monocotiledôneas não só pela presença de pecíolo, mas também pelas nervuras: nas dicotoledôneas as nervuras não ramificadas e as folhas, chamadas peninérveas; nas monocotiledôneas, as nervuras são paralelas e as folhas, chamadas paralelinérveas.
As estípulas são formações geralmente duplas e pontiagudas, localizadas junto à base das folhas. As estípulas podem, em algumas plantas, ser transformadas em espinhos.
Excepcionalmente, podem também se tornar amplas, passando a ter papel significativo na fotossíntese. É o que ocorre, por exemplo, na folha da ervilha, na qual alguns folíolos transformam-se em gavinhas e as estípulas tornam-se verdadeiras superfícies fotossintetizantes.

A folha é um apêndice caulinar presente em quase todos os vegetais superiores, salvo exceções, como por exemplo, em algumas espécies das famílias Euphorbiaceae e Cactaceae, onde nesta última é comum a transformação em espinhos. A folha é o órgão vegetativo que apresenta grande polimorfismo e adaptações a diferentes ambientes e funções.
Em geral são estruturaspla na s (finas e amplas), de modo que o tecidoclorofiliano, responsável pela fotossíntese, fica próximo à superfície. Se a forma da folha facilita a captação da luz, as aberturas necessárias para a absorção do gás carbônico levam ao mesmo tempo à perda de água.
As folhas são as principais fontes de perda de água das plantas. Tendo-se em conta que a transpiração excessiva pode levar à desidratação e, até mesmo, à morte das folhas ou das plantas, em sentido amplo, aforma e a anatomia da folha devem possibilitar uma relação que permita a captura de luz e absorção de gás carbônico, evitando a perda excessiva de água.
Além da fotossíntese, outros processos fisiológicos importantes para as plantas têm lugar nas folhas, tais como: respiração, transpiração e reserva de nutrientes. Para os seres vivos é importante naalimentação, sendo amplamente utilizada pelo homem na indústria e no comércio.

Origem:

As folhas originam-se a partir de protuberâncias formadas por divisões periclinais das células nas camadas mais superficiais localizadas próximas ao meristema apical caulinar. Estas protuberâncias dão origem aos primórdios foliares, os quais têm, assim, origemexó gen a. No desenvolvimento da folha estão envolvidas as atividades de vários meristemas, e na maioria das folhas, o crescimento apical tem pouca duração

Morfologia da raiz

A raiz é um órgão vegetal que desempenha duas importantes funções, fixa a planta no substrato e suga a seiva bruta através dos pêlos absorventes. As mais importantes e características são as terrestres. Muitas vezes falta às raízes aquáticas e aéreas a função da fixação. São neste caso, apenas órgãos de absorção e armazenamento.
As raízes e suas ramificações apresentam quatro zonas consecutivas. Na ponta existe uma capa protetora denominada coifa. Esta é seguida por curta zona de alongamento, a zona lisa. A coifa protege a raiz ao penetrar o solo. Ela se desgasta com isso e é reconstituída de dentro para fora. Segue-se a zona de absorção chamada zona pilífera, devido a presença de pêlos absorventes. Da zona pilífera para o caule estende-se a zona cortiçal que exerce a função de fixação e contém, no interior, os elementos de condução.
Nas raízes terrestres distinguem-se três tipos de raiz, axial, fasciculada e adventícia.
As raízes axiais, encontradas na maioria das dicotiledôneas e gimnospermas, tais como pessegueiros, laranjeiras, vassourinhas, pinheiros etc., são formadas por um eixo principal (axis), resultante do desenvolvimento da raiz primária do embrião e de suas ramificações eventuais. Normalmente, este eixo principal e mais comprido e grosso do que qualquer de suas ramificações.

As raízes fasciculadas são características da maioria das monocotiledôneas, como o trigo, o arroz, todos os capins, etc. Esta raiz é formada por vários eixos, ramificados ou simples, mais ou menos iguais na espessura e no comprimento. Não é possível distinguir o eixo principal dos secundários.

Raízes adventícias são todas aquelas que, secundariamente, independentes da raiz primária do embrião, nascem nos caules ou nas folhas de qualquer vegetal.
São adaptações especiais das raízes as raízes escoras que servem para a sustentação, como as do milho.

Raízes respiratórias que possuem pequenos furos (pneumatódios) onde ocorre a aeração.

Raízes tabulares que servem para a sustentação em grandes plantas e ficam expostas ao ar.

Raízes sugadoras que aparecem em plantas parasitas e os cipós aparecem em plantas que vivem sobre outras. Alguns cipós podem estrangular as plantas em que vivem, neste caso são chamados de mata-paus (raízes estrangulantes).

Raízes que possuem algum tipo de reserva são chamadas raízes tuberosas.

Origem:

No interior da semente há uma planta em miniatura – oembr ião – que consiste doeixo hipocótilo-radicular. Este eixo possui na sua porção superior, um ou mais cotilédones mais a plúmula, o primórdio do sistema caulinar, e na porção inferior está aradícu la, o primórdio do sistema radicular, já revestida pela coifa, que é um tecido de proteção.
Os primórdios do sistema caulinar e radicular podem se apresentar apenas como um conjunto de células meristemáticas indiferenciadas ou já podem formar um sistema caulinar embrionário (caule e folhas em miniatura) e uma raiz embrionária (radícula).
Após a germinação da semente a radícula se distende por alongamento e divisão de suas células, formando a raiz primária.

Morfologia do caule

A parte da planta que serve de suporte às folhas e aos órgãos de reprodução dos vegetais superiores, isto é, das pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. Contém em seu interior células condutoras de seiva (líber e lenho). Há caules aéreos, auáticos e terrestres.
Quando o caule e flexível como o do feijão etc., é chamado de caule volúvel.

Quando o caule não é volúvel pode desenvolver gavinhas, pequenas estruturas que ajudam o caule a se agarrar em outras estruturas.

Outros caules que não suportam seus frutos e folhas são chamados de rastejantes ou prostrados, é o caso do aboboreiro.
Em alguns casos quando este caule rastejante enraíza-se e forma outro indivíduo, é chamado de estolho, é o caso do morango.

Em plantas que vivem em regiões áridas se desenvolvem tipos de caule que visão armazenar água. É o caso do cactus e da "barriguda" árvore que apresenta o tronco volumoso devido a água acumulada.


Existem também caules aquáticos como o da vitória régia e os subterrâneos que sofrem outras transformações: rizoma, tubérculo e bulbo que são respectivamente o caso da bananeira
,batatinha e da cebola

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