domingo, 4 de julho de 2010

Angiospermas Part. II









Integrantes: Jéssica, Lauson, Leonardo e Jonathan

Angiospermas

As angiospermas etimologicamente falando, seriam as sementes revestidas por uma urna, ou o fruto, que faz parte desse avançado método dessas plantas para variabilidade da espécie e dispersão da mesma. Essas plantas são compostas de raiz, caule, semente, flor e fruto.
A novidade é a flor que é o órgão reprodutor e o fruto que reveste a semente.






As partes da flor


Os órgãos de suporte- Órgãos que sustentam a flor, tais como:


- Pedúnculo: liga a flor ao resto do ramo.

- Receptáculo: abertura no fim do pedúnculo, onde se inserem as restantes peças florais.


Órgãos de proteção

Órgãos que envolvem as peças reprodutoras propriamente ditas, protegendo- as e ajudando a atrair animais.

- Cálice: Conjunto de sépalas. A sua função é proteger a flor quando ela fica em botão.
- Corola: Conjunto das pétalas. A função é atrair os animais, seja com cores, aromas ou néctares.


Órgãos de reprodução

- Androceu: Parte masculina da flor, especializada na produção de micrósporos, para irem ao gineceu


- Gineceu: Parte feminina da flor, gera o megásporo que origina o gametófito feminino.




Reprodução sexuada

Dentro dos sacos polínicos ocorrem várias meioses formando esporos haplóides, esses sofrem mitoses e formam o grão-de-pólen, que vai contribuir para a reprodução. O grão-de-pólen é conduzido para ao estigma através da polinização. Surge o tubo polínico da célula germinativa do grão-de-pólen que encaminha as células reprodutoras para a oosfera dentro do ovário para fecundá-los.








Polinização

O grão- de-pólen entra em contato com o estigma e desenvolve o tubo polínico, que cresce em direção ao ovário para fecundar. As formas de polinização podem ser:

anemófila (pelo vento)

entomófila (por insetos)

ornitófila (por pássaros)

quiropterófila (por morcegos)

hidrófila (pela água)

antropófila ou artificial (pelo homem)


Reprodução assexuada

Na reprodução assexuada, as flores são hermafroditas, ou seja, o orgão masculino esta junto com o orgão feminino de reprodução. Esse processo é mais rápido, mas não tem uma variabilidade abrangente.








Diferenças entre as angiospermas:


sábado, 3 de julho de 2010

Vídeos

Gimnospermas
Gimnospermas - Apresentação
Vídeo-aula sobre Gimnospermas

Grupo: Izabela, Larissa, Mariáh e Nayara
Semente

Óvulo maduro contendo um embrião. Importância da semente: sobrevivência do embrião (proteção e nutrição).

Óvulo

Megasporângio revestido por uma ou duas camadas de tecidos.

Partes do óvulo:

1. Tegumento
2. Micrópila
3. Nucelo (megasporângio)
4. Megásporo

Gimnosperma

Formação de grãos de pólen - Esporângios masculinos


Características Gerais (2)
  • Não possuem frutos
  • Primeiros vegetais com flores (sem graça) e sementes
  • Primeiros vegetais a surgirem com Grão-de-pólen e óvulo
  • Primeiros vegetais a conquistarem definitivamente a independência da água para fecundação (fim do quimiotactismo).

Esporófito

  • Raiz
  • Caule
  • Folha
  • Flor
  • Semente
Gametófito

Masculino: Tubo polínico
Feminino: Megaprotalo

Classificação

  • Coníferas (Pinheiro, Ciprestes, Sequóia,...)
  • Gnitíneas
  • Cicadáeas
  • Ginkgoines (Ginkgo biloba) - Primitivo

Importâncias

Evolutiva : Tudo o que foi pioneira
Industrial: Xampu, remédios, moveis, essência de perfumes, papel, fósforo, lápis
Alimentar: Pinhão do pinheiro
Ornamental: Paisagismo
Ecológica: Mais usada para reflorestamento


O grão-de-pólen e o óvulo


Reprodução - Polinização

Polinização

Entre as Gimnospermas o tipo de polinização mais comum ocorre por intervenção natural do vento (anemofilia), através do transporte do grão de pólen até as escamas do estróbilo feminino, proporcionando a fecundação quando os núcleos espermáticos haplóides do grão de pólen descem pelo tubo polínico, em um deles fusiona a oosfera, originando o zigoto alojado no interior da semente. Especula-se que a predominância da polinização anemófila, seja consequência do momento em que estas plantas evoluíram, quando não haviam insetos especializados na coleta de pólen, como abelhas. A pequena variedade de meios de polinização neste grupo reflete-se na pouca variação morfológica de suas estruturas reprodutivas.

Hábitat

São plantas predominantemente de regiões temperadas, localizadas em grandes florestas nos Estados Unidos e Europa.

No Brasil estão localizadas principalmente na mata das Araucárias no sul do país (pinheiro-do-paraná) e são muito utilizadas como plantas ornamentais em jardins de casas e em praças públicas. A floresta de pinheiros (Araucária) do sul do Brasil é uma das grandes formações vegetais ameaçadas de extinção. A produção de pinho na região representa 75% da produção de madeira no Brasil. Só no Paraná, 5 milhões de hectares foram devastados em 20 anos (dados de 1982: Mizuguchi, Y., Almeida J., Pereira L. Introdução à Ecologia, 1ª ed.). Não há possibilidade de recomposição, pois as áreas são utilizadas para pastoreio ou culturas economicamente importantes. Da semente da Araucária angustifólia (pinheiro-do-paraná), obtém-se o pinhão.

Importância Econômica das Gimnospermas


As gimnospermas do grupo das coníferas são muito utilizadas na extração de madeira, papel, gomas e resinas que são usadas como substâncias anti-sépticas. A importância prática da manutenção das florestas é a proteção que elas representam para as bacias hidrográficas. A erosão acelerada, assim como os desflorestamentos e as práticas agrícolas irracionais, repercute no regime das águas, como a diminuição das precipitações atmosféricas, tornando a região mais seca, algumas vezes até o limite da desertificação; a deposição incontrolável de sedimentos arrastados das bacias hidrográficas por perturbações no regime dos rios; as inundações, como as que ocorrem em vários vales de rios brasileiros: Mearim (MA), Capibaribe (PE), Jaguaribe (CE), Sapucaí (MG), entre outros.

Reprodução de Gimnospermas

O ciclo do pinheiro é tomado como padrão de reprodução das gimnospermas, sendo um organismo dióico, isto é, de sexos separados, que se diferenciam pelos tipos de estróbilos produzidos, sendo um masculino e outro feminino. No ciclo vital das gimnospermas, alternam-se duas espécies de seres. Todas as plantas (esporófitos) possuem esporângios agrupados em cones, onde são produzidos pequenos esporos masculinos (os grãos de pólen) e esporos femininos, muito maiores.

Os esporângios femininos localizam-se em órgãos de forma cônica, chamados pinhas, frequentemente recobertos por escamas endurecidas (carpelos). As escamas encaixam-se perfeitamente umas nas outras e só se abrem depois da fecundação, para liberar a semente. As pinhas são as flores femininas.

Os esporângios masculinos encontram-se nos órgãos chamados cones masculinos, bastante semelhantes às pinhas, mas com escamas menos duras e menores (estames). Trata-se de uma estrutura muito mais frágil, que se abre para liberar os grãos de pólen. Os cones masculinos são as flores masculinas. Os esporos femininos germinam no próprio esporângio e dão origem a uma pequena planta (gametófito feminino), que produzirá uma oosfera. Os grãos de pólen desprendem-se do esporângio e são levados até o gametófito feminino, onde geram um pequeníssimo gametófito masculino, que fecundará a oosfera. Após a fecundação, uma semente formada se desprenderá, germinará e se transformará em uma nova planta, recomeçando o ciclo.

Após a fecundação, ocorre a formação da semente que apresenta uma casca dura para proteção, um material de reserva alimentar para o embrião chamado de endosperma primário e um embrião, que será o futuro esporófito, geração predominante neste ciclo de vida.

A formação das sementes foi um importante passo evolutivo que os vegetais tiveram para a conquista do ambiente terrestre, pois além de proteger o embrião, as sementes correspondem a um excelente mecanismo de dispersão geográfica para as espécies vegetais.

Ciclos dos Pinheiros


GIMNOSPERMAS

Introdução

As Gimnospermas apresentam as seguintes inovações evolutivas: formação de grãos de pólen, de óvulos formados sobre ginosporófilos ou estruturas análogas e produção de sementes. Os ginosporângios são protegidos por um envoltório que, em seu ápice possui uma abertura (a micrópila) para passagem do tubo polínico. O óvulo pode conter várias oosferas, o que permite a fecundação por vários tubos polínicos (poliembrionia). Contudo, apenas um embrião se desenvolve para formar a semente. A semente contém o endosperma primário, tecido de reserva e nutritivo do embrião originado a partir de células do macroprotalo (o gametófito feminino das gimnospermas, que se desenvolve no interior do óvulo).

As gimnospermas são as primeiras plantas que apresentam semente durante o processo de evolução biológica dos vegetais. A origem do nome está relacionada com a presença destas sementes que estão desprotegidas de frutos, isto é, sementes nuas.

As gimnospermas são plantas vasculares, com espécies que atingem grande porte. Pertencem a esse grupo as maiores árvores que se conhece: as sequóias, plantas de regiões de clima temperado que chegam a atingir 70 metros de altura e a viver cerca de 3 mil anos. São também exemplos de gimnospermas: os pinheiros, os cedros, as cicas e o gynkgo biloba.

Características Gerais

As gimnospermas marcam evolutivamente o aparecimento das sementes como conseqüência da heterosporia, que é a produção de dois tipos de esporos, um masculino - micrósporo, e outro feminino - megásporo.

Os elementos reprodutivos estão reunidos em estróbilos, que correspondem às flores das gimnospermas.

São plantas traqueófitas, pelo fato de possuírem vasos condutores do tipo xilema e floema, que apareceram, pela primeira vez, durante a evolução das pteridófitas.

A partir das gimnospermas ocorre a independência da água para a reprodução, deixando de ser por oogamia, passando a ser por sifonogamia, com o desenvolvimento de um tubo polínico, que carrega o gameta masculino até a oosfera.

O ciclo de vida é do tipo haplodiplobionte, com alternância de gerações das fases gametofítica e esporofítica, sendo esta última predominante.



Estróbilos masculinos de pinheiro. Seu tamanho (cerca de 4cm) é reduzido em relação ao estróbilo feminino.





Duas pinhas, sendo que uma delas está com parte retirada. A pinha corresponde ao estróbilo feminino já fecundado, portando sementes (os pinhões).